Alvo das
pressões internacionais contra o Irã,
é o enriquecimento de urânio a cerca de
20% que é feito no Brasil,
no centro experimental da Marinha em Aramar, Iperó
(SP).
Trata-se de uma unidade piloto, cuja produção
destina-se a abastecer reatores de pesquisa e mover futuramente o submarino a
propulsão nuclear, além de um novo reator de pesquisa, em fase de projeto.
Para
enriquecer o urânio até 20% é maior o esforço tecnológico e econômico do que
para passar de 20% a 95%, porcentual necessário para uma bomba. A tecnologia é
basicamente a mesma. O enriquecimento é feito por meio de ultracentrífugas. A
tecnologia brasileira, diferente da iraniana, foi desenvolvida pela Marinha e é
tratada como segredo industrial, até mesmo para os inspetores da Agência
Internacional de Energia Atômica.
A meta do
governo brasileiro é dominar o ciclo de enriquecimento de urânio em escala
industrial em 2014.
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